2012, ano das Olimpíadas em Londres. A extensão da delegação brasileira vai ganhando cada vez mais atletas para as disputas das modalidades que estarão presentes nos jogos ano que vem.Mas o que podemos esperar do Brasil ano que vem? É certo dizermos que cada país tem sua força, porém, o Brasil, sempre tem um diferencial nessas competições: a força de uma equipe.
Com exceção de esportes individuais, a força de um grupo conta muito na disputas dos jogos, podemos pegar o exemplo de esportes coletivos como vôlei, futebol, basquete, entre outros, onde o Brasil sempre joga com certos favoritismos, pois como dito acima, a coletividade e a união fazem a diferença dentro da quadra ou campo.
Claro que sem desmerecer qualquer país, a união dentro e fora do campo, serve para unir seus atletas e ter o diferencial que não necessita de treinamentos puxados ou intensos, mas pela vontade de cada atleta.
Países como EUA, China, Austrália, Alemanha, França, entre outros, exaltam a coletividade como arma principal para os méritos nos esportes, sendo um atrativo para que outras delegações, se inspirem em ter além de atletas bem formados, uma união diferenciada.
É certo afirmar também, que existem brigas e desentendimentos sim, mas em qualquer lugar e em qualquer situação de coletivo, porém no esporte isso muda, pois a força de uma equipe pode fazer a diferença para que o país seja sempre uma liderança de força e coletividade para ser um vencedor.
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